segunda-feira, março 27, 2006

Caminhada

"E continuando minha caminhada. Mais um dia se passa e eu me entrego às minhas fantasias. Hoje me sinto mais forte do que ontem, confio em mim, quero poder apreciar minhas próprias realizações por mais humildes que sejam. Mas a insegurança ainda é meu tormento, sinto minhas mãos trêmulas, meu corpo te chama, com tantos martírios em meus pensamentos, meus sonhos ainda giram em torno daquele momento, ainda sinto seu beijo e tudo que ele contém com o sabor de amanhã, é um estranho sentimento que antecipa o momento que ainda não passou. O amor é uma dor gostosa, um calorzinho, uma sensação que torna a vida menos espinhosa, faz bater mais forte o coração. O verdadeiro amor não precisa de palavras, ele acontece também em silêncio. Sinto por você uma ternura imensa, e quero mais que ela cresça. É uma explosão que me sobe a cabeça e me transporta pelos abismos dos nossos sentidos, para não ter a amargura de a cada momento poder te perder."
Maria Tereza de Paula Souza
Aluna de informática no Instituto Francisca de Souza Peixoto que tem como mantenedora a Cia Industrial Cataguases

5 comentários:

Marli disse...

Oi!
Sou a professora Marli, do Rio Grande do Sul. Gostei muito dessetexto. Muito poético e verdadeiro. parabéns!!!

Diego disse...

Eu achei muito legual pois é muito interessante

Creone disse...

Foi muito interessante a nossa turma ter saído na internete.Nãofosse tomada de surpresa teríamos um visual melhor.Uma pena que nossa colega Maria das Graças não apareceu.
A todas as colegas que não vieram, fica para próxima vez. Por favor não faltem.

Creone disse...

Maria Teresa, gostei muito de suas
palavras a respeito de sua saudade
de sua mãe. Você conseguiu retratar ou fazer palavras nossas
o que se sente quando se perde a m
ãe. Você foi muito feliz ao transmitir esse sentimento. Você deve continuar com esse dom de transmitir seus sentimentos.

Milena disse...

Maria Tereza, falar de saudade é coisa nuito boa.Seu texto é lindo e emocionante.Continue mostrando pra gente um pouco da sua alma.